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Navegando por Autor "Marquezini, Hellen Cordeiro Alves"

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    Decisão de (re) existir!: histórias e modos de organizar de uma comunidade quilombola mineira
    (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2021-09-14) Marquezini, Hellen Cordeiro Alves; Guimarães, Ludmila de Vasconcelos Machado; Barreto, Raquel de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/6794282814637656; http://lattes.cnpq.br/4199368575128934; http://lattes.cnpq.br/7413028541159987; Guimarães, Ludmila de Vasconcelos Machado; Barreto, Raquel de Oliveira; Carreteiro, Teresa Cristina Othenio Cordeiro; Oliveira, Josiane Silva de
    O presente trabalho aborda o tema da racialização no contexto da comunidade quilombola. Foi definida como objeto da pesquisa a compreensão de como a construção da identidade étnico-racial assegura a existência de uma comunidade remanescente quilombola da região metropolitana de Belo Horizonte/MG. O quilombo pode ser compreendido como uma organização, similar às cooperativas, na qual os indivíduos livremente se organizam com um objetivo comum de produção da vida em comunidade. O quilombo, enquanto arranjo organizacional, estabelece processos de tomada de decisões no seu funcionamento cotidiano. Cabe ainda destacar que a própria constituição do quilombo contemporâneo se revela uma escolha da comunidade, fruto de um processo decisório. A escola de Psicossociologia Francesa foi tomada como referencial teórico, por compreender os grupos e instituições como espaços privilegiados para a investigação dos processos de afiliação e desfiliação social, e os vínculos como parte da identidade-em-contexto do sujeito, respeitando a singularidade e a capacidade de tomar decisões no contexto do quilombo. Também é realizado o resgate teórico da construção da racialização no Brasil e a organização social dos quilombos, dos originários ao movimento quilombola contemporâneo. Para atingimento dos objetivos propostos nesta pesquisa, será utilizada a abordagem metodológica história de vida coletiva em uma comunidade remanescente quilombola da região metropolitana de Belo Horizonte/MG. A partir dos resultados desta pesquisa, compreendemos o quilombo como uma organização construída a partir de uma identidade étnico-racial que mobiliza os processos estruturantes de resistência, pertencimento e ancestralidade, essenciais à existência dos sujeitos e do quilombo. As identidades serão construídas por meio do reconhecimento da ancestralidade, onde os sujeitos se filiarão à história, reconhecendo esses antepassados como composição do que se é. Essas identidades permitirão que os sujeitos quilombolas sintam-se pertencentes a este grupo, que permanecerá (re)existindo devido à essa resistência ancestral que é reapropriada. A resistência é indissociável da identidade, porque para o próprio ato do sujeito quilombola decidir ser, é necessário resistir, uma vez que o Outro quer que o quilombo deixe de ser. A identidade atua como o grande articulador da Organização Quilombo, uma vez que sem identificação étnico-racial não há o reconhecimento da ancestralidade, ou mesmo que haja, não ocorre mobilização para sua perpetuação; também sem a identificação étnico-racial o sujeito não adquire o senso de pertencimento ao grupo e não engaja para a resistência do coletivo.

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