Navegando por Autor "Soares, Juliana Cristina Souza"
Agora exibindo 1 - 1 de 1
Resultados por página
Opções de Ordenação
Item A construção do ethos no Orkut: um estudo sobre as estratégias discursivas(Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2011-12-12) Soares, Juliana Cristina Souza; Villela, Ana Maria Nápoles; Silva, Giani David; http://lattes.cnpq.br/8863282319980625; http://lattes.cnpq.br/5289190156958505; http://lattes.cnpq.br/4067625642229591; Villela, Ana Maria Nápoles; Silva, Giani David; Arão, Lilian Aparecida; Rolim, Wiliane ViriatoNeste estudo, propusemo-nos a estudar "jogo comunicativo" do sítio Orkut à luz da Teoria Semiolinguística do Discurso. Assim sendo, procuramos analisar o sentido observando as operações discursivas das entidades subjetivas de um contrato comunicativo a partir de uma situação bem determinada. Em se tratando do corpus selecionado, isso significa que avaliamos as estratégias discursivas utilizadas pelo sujeito enunciador/dono do perfil para influenciar e persuadir o sujeito receptor/membro de comunidade do ciberespaço a interagir com ele. Nossa análise consta de um estudo de caso em que foram analisados dezessete perfis de uma comunidade denominada "Sou viciado (a) em Orkut", a análise se dividiu em dois momentos, a saber: i) uma análise macroestrutural de todo o corpus observando os componentes da construção enunciativa e os imaginários suscitados; ii) um análise mais detalhada de seis perfis, considerados representativos, com base na análise i), observando as estratégias discursivas utilizadas para a construção dos seus ethé. Ao avaliarmos os dados, verificamos uma predominância de apresentações positivas do eu. Para construir as identidades, além de textos escritos, são utilizados recursos multimodais como fotografias, imagens criadas a partir de sinais gráficos, músicas em áudio, vídeos, entre outros. No entanto, a construção no sítio segue alguns padrões recorrentes entre os usuários. Ao longo da investigação, constatamos que a construção do ethos possui seus limites quando se trata de imaginário social. O campo analisado está destinado à individualização, entretanto constatamos que no nosso corpus, os sujeitos mostraram-se mais interessados em mostrar-se parte integrante do grupo do que caracterizar-se como um sujeito único.