Mestrado em Engenharia de Materiais
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Navegando Mestrado em Engenharia de Materiais por Assunto "Aço de alta resistência - Propriedades mecânicas"
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Item Análise das propriedades mecânicas e tribológicas de um aço baixa-liga (C-Mn-Si-Cr) com 0,26% de carbono e microestrutura multiconstituida(Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2016-09-30) Gomes, Marlos Henrique Alves; Pinheiro, Ivete Peixoto; Vieira, Almir Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/5618358423068205; http://lattes.cnpq.br/6117501358477717; http://lattes.cnpq.br/7753986711626002; Silva, Ernane Rodrigues; Cruz Junior, José AlbertoAços de alta resistência são amplamente aplicados em partes estruturais que exigem propriedades como resistência mecânica, tenacidade e resistência ao desgaste abrasivo. O desgaste é uma das falhas mais comuns que ocorrem em componentes mecânicos. Aços baixa-liga oferecem combinação entre baixo custo relativo e desempenho que tornam concorrentes de aços altamente ligados, ferros fundidos e cerâmicos. Tendo em vista o desenvolvimento de novas classes de aços que visam minimizar os efeitos causados pelo desgaste abrasivo, o presente trabalho foi proposto. Os objetivos principais foram obter quatro estruturas multiconstituídas (bainita, ferrita e constituinte MA) de um aço 0,26%C-1,13%Mn- 0,92%Si-0,72%Cr-0,29%Mo-0,18%Ni-0,17%Cu e comparar suas propriedades mecânicas e tribológicas com as de uma estrutura composta por martensítica revenida, típica dos aços resistentes ao desgaste. Pretende-se também avaliar a influência da fração volumetria de austenita retida na resistência ao desgaste através do efeito TRIP. As temperaturas dos tratamentos térmicos escolhidas foram 940°C, 900ºC, 860ºC e 820ºC por 10 minutos, seguido de resfriamento rápido para a temperatura de transformação bainítica de 400ºC por 5 minutos e, finalmente, resfriamento em água. A estrutura martensita revenida foi obtida por austenitização a 940ºC por 10 minutos seguida de têmpera em óleo e revenimento a 250ºC por 2 horas. Microscopia Óptica (MO) e Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) foram empregadas para analisar as microestruturas obtidas. A quantidade de austenita foi medida pela técnica das Intensidades Integradas de raios-X e dos demais constituintes por contagem de pontos. Para avaliar propriedades mecânicas após os tratamentos térmicos foram realizados ensaios de dureza e ensaios de tração à temperatura ambiente. A resistência ao desgaste abrasivo foi avaliada por meio de ensaios de microabrasão. As estruturas multiconstituídas apresentaram ductilidade superior à da estrutura martensita revenida, mas possuem dureza e resistência mecânica inferior. Entretanto, os resultados de ensaios de microabrasão mostram que essas estruturas possuem resistência ao desgaste superior à da estrutura martensita revenida.Item Avaliação das características e do desempenho de uma estrutura de paredes finas em ensaios quase estáticos a diferentes taxas de deformação(Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2017-08-17) Amaral, Henrique da Cruz; Maia, Nilton da Silva; Corrêa, Elaine Carballo Siqueira; http://lattes.cnpq.br/3203046752707862; http://lattes.cnpq.br/1959433482643214; http://lattes.cnpq.br/4062802367989237; Maia, Nilton da Silva; Corrêa, Elaine Carballo Siqueira; Nascimento Júnior, Hermano; Silva, Gilmar Cordeiro daAs estruturas de paredes finas estão presentes nos componentes estruturais da maioria dos meios de transporte. Durante um acidente, estas estruturas são responsáveis por suportar as cargas impostas a elas, de maneira que a integridade da região ocupada pelos passageiros seja mantida. Tal integridade é obtida convertendo-se a energia proveniente do impacto, em energia absorvida pela estrutura do veículo, por meio de deformação controlada. Neste aspecto, a avaliação de estruturas de paredes finas e a sua capacidade de absorção de energia, são importantes para determinar o nível de proteção ao impacto (crashworthiness). Nesta dissertação é analisado a capacidade de absorção de energia e o desempenho de uma estrutura tubular de paredes finas à diferentes taxas de deformação. A primeira etapa do trabalho foi direcionada à caracterização do material utilizado para fabricação das estruturas, produzidas em períodos distintos. Esta caracterização foi realizada por meio da avaliação da composição química, análise microestrutural e ensaios mecânicos de dureza e tração. Constatou-se que os materiais utilizados, eram aços bifásicos de resistência de tração nominal de 600 MPa. Durante estas análises constatou-se também a diferença entre os materiais adquiridos em períodos distintos (lote 1 e lote 2). Esta diferença pode ser atribuída à composição da matéria prima ou ao processamento do laminado. Apesar destas diferenças ambos os lotes foram classificados como aços bifásicos DP600. A segunda etapa do trabalho foi direcionada à avaliação da influência da taxa de deformação no desempenho e nas propriedades dos materiais em ensaios de tração axial e em ensaios de compressão quase estática. Os corpos de prova para os ensaios de tração foram obtidos a partir da estrutura de paredes finas. Ambos os lotes avaliados, exibiram sensibilidade positiva a taxa de deformação e tiveram um incremento na resistência mecânica em função do aumento da taxa de deformação. Durante os ensaios de compressão axial, levando-se em consideração que ambos os lotes foram classificados como aços bifásicos de níveis de resistência semelhantes, verificou-se que as estruturas de paredes finas tiveram um aumento da resistência mecânica devido à sensibilidade do material e à variação na taxa de deformação. Apesar das diferenças nas propriedades dos materiais do lote 1 e do lote 2, o desempenho das estruturas não foi influenciado significativamente, enquanto componente.