Programa de Pós Graduação em Engenharia Mecânica - PPGEM
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Navegando Programa de Pós Graduação em Engenharia Mecânica - PPGEM por Assunto "Bainita - Teses"
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Item Avaliação da usinabilidade de um aço fundido e austemperado no torneamento com ferramentas de metal duro e cerâmicas(Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2023-11-29) Barroso, Caio César Gonçalves Coutinho; Santos, Sandro Cardoso dos; Carmo, Denilson José do; http://lattes.cnpq.br/0085894031611820; http://lattes.cnpq.br/8800502037478305; Santos, Sandro Cardoso dos; Carmo, Denilson José do; Sade, Wagner; Silva, Sandro da CostaO aço fundido com altos percentuais de carbono (C) e silício (Si) é um tipo de material que possui uma capacidade de combinação de resistência mecânica e tenacidade quando submetido ao tratamento térmico de austêmpera e revenimento. A austêmpera permite a transformação da microestrutura em austenita na forma de bainita acicular, filmes de ferrita e austenita retida, o que concede ao material boa tenacidade e resistência mecânica em comparação aos aços com microestruturas perlíticas. Algumas de suas aplicações, porém com o método de fabricação através da laminação, são nos setores ferroviários, na fabricação de trilhos e rodas, e no setor automobilístico. O presente trabalho consiste em investigar o comportamento de ferramentas de cerâmicas e metal duro na usinagem de um aço com microestrutura predominantemente bainítica por meio da operação de torneamento longitudinal. O aço austemperado utilizado neste trabalho foi obtido por meio do processo de fundição e tratado termicamente por austêmpera. A caracterização do aço foi realizada com base na análise da composição química, microestrutura e ensaios de dureza e de resistência à tração. Os testes de usinabilidade foram realizados a seco, com avanço e profundidade de corte constantes e variação da velocidade de corte. Foram avaliadas a rugosidade da peça e o desgaste da ferramenta de corte. Durante os testes foi possível identificar desgaste acentuado da ferramenta com o aumento da velocidade de corte. As imagens geradas por microscopia eletrônica de varredura (MEV) permitiram identificar as formas e mecanismos de desgaste das ferramentas. Foram identificados mecanismos como abrasão, aderência e difusão nas ferramentas de cerâmica; já na ferramenta de metal duro ocorreu lascamento da aresta de corte. Os resultados das medições de rugosidade apresentaram uma leve tendência de queda nas ferramentas de cerâmica, enquanto na ferramenta de metal duro houve um aumento acentuado à medida que o desgaste evoluiu.