Engenharia Civil (Varginha)
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Navegando Engenharia Civil (Varginha) por Autor "Cândido, Eduardo Souza"
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Item Controle de risco e gestão de pilhas de rejeito na mineração: estudo de caso(Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2023-12-11) Gonçalves, Beatriz Metelo; Urashima, Denise de Carvalho; Urashima, Beatriz Mydori Carvalho; http://lattes.cnpq.br/3299701409478478; http://lattes.cnpq.br/9870039269278664; http://lattes.cnpq.br/0315859548779676; Urashima, Denise de Carvalho; Urashima, Beatriz Mydori Carvalho; Guimarães, Mag Geisielly Alves; Cândido, Eduardo SouzaA mineração tem um papel expressivo no desenvolvimento econômico do Brasil. Técnicas construtivas ineficientes ou problemas de manutenção na disposição dos rejeitos podem agravar o risco potencial de ruptura da estrutura de contenção, e acarretar consequências diretas ao meio ambiente, prejuízos econômicos e sociais. Diante deste cenário, o empilhamento drenado de rejeitos tem se mostrado atraente. Porém, as incertezas do comportamento dos solos sob cargas motivam a aplicação de análise de riscos. A ferramenta FMEA (Failure Mode and Effect Analysis) indica efetivamente os possíveis modos de falha de diferentes componentes de um sistema, e ainda, permite que os riscos sejam reconhecidos com intuito de estabelecer um plano de ação mais efetivo e integrado. O trabalho realizou uma análise de risco por meio da aplicação da metodologia FMEA em relação a etapa final da vida útil de uma pilha de disposição a seco de rejeitos. A pilha é composta por resíduos resultantes do beneficiamento de minério de zinco, principalmente constituída por areia fina siltosa, com uma baixa proporção de argila. O projeto da pilha definiu uma altura de cerca de 120 m e capacidade de armazenamento de aproximadamente 2 Mm³. Os componentes da pilha avaliados foram a fundação, o maciço principal e os sistemas de drenagem. Os principais modos de falha levantados foram: geração de excesso de poropressão, erosões e/ou trincas, depressões e abatimentos. Por fim, foi verificado na metodologia FMEA que ao realizar a análise de RPN e a classificação de criticidade na matriz, os riscos estavam predominantemente na faixa de toleráveis e aceitáveis, de forma a indicar que a estrutura deve continuar a ser monitorada por meio de instrumentações e inspeções rotineiras. Ressalta-se que a aplicação desse método demanda uma avaliação minuciosa e abrangente dos riscos, de formar a incorporar a análise do histórico da estrutura e de todas as informações disponíveis.Item Projeto de contenções em solos reforçados com blocos segmentais: estudo de caso(Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2021-04-05) Morais, Eline; Guimarães, Mag Geisielly Alves; Urashima, Denise de Carvalho; http://lattes.cnpq.br/9870039269278664; http://lattes.cnpq.br/3780732438842593; http://lattes.cnpq.br/0791881892172892; Guimarães, Mag Geisielly Alves; Urashima, Denise de Carvalho; Castro, Carlos Alberto de Carvalho; Cândido, Eduardo SouzaA demanda por estruturas de contenção vem aumentando nos últimos anos em distintas obras de engenharia civil. Este trabalho apresenta uma análise de estrutura de contenção do tipo reforçada com geossintéticos e faceamento com blocos segmentais, avaliando o comportamento da interface do solo de aterro com o reforço geossintéticos. Como exemplificação, foi dimensionado um pequeno muro experimental de solo reforçado com geogrelha e com faceamento em blocos segmentais, nas dependências do CEFET-MG, Unidade Varginha. Como metodologia optou-se pela teoria de Rankine para calcular o empuxo, considerando que o maciço estudado se encontra no estado limite para a avaliação dos fatores de segurança, conforme diretrizes de norma. Para obtenção dos dados pertinentes, realizou-se ensaios de caracterização do solo, levantamento topográfico e sondagem local. Em um primeiro momento, foi considerado o material de aterro em área no mesmo platô do muro e, neste cenário, seriam necessárias geogrelhas de 6,90 m de comprimento em cada camada para atender aos fatores de segurança mínimos. Diante disso, foi realizada nova análise com solo de empréstimo em platô inferior ao da locação do muro, obtendo-se comprimento de geogrelha igual a 3,80 m e atendendo todos os fatores de segurança. Neste caso, foi constatada diminuição de 55% do consumo de geogrelha e 130 m³ de escavação sem empolamento. A partir dos cálculos realizados, foi possível ponderar sobre tomadas de decisões para desenvolvimento de projetos geotécnicos, que além de atender a parâmetros técnicos e normativos, realizem análises econômicas e ambientais. Tais discussões apontam a relevância que estas estruturas de contenção vêm ganhando nas últimas décadas, principalmente com incorporação de geossintéticos como elementos de reforço.