Engenharia Civil (Varginha)
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Navegando Engenharia Civil (Varginha) por Assunto "Análise econômica"
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Item Análise das variações dos custos da construção civil no período da pandemia COVID-19: estudo de caso em obra residencial unifamiliar com dados SINAPI e CUB(Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2024-07-12) Silva, Ariane Edith Pereira dos Reis; Araújo, Aellington Freire de; Mendes, Luana Ferreira; http://lattes.cnpq.br/0408556144651441; http://lattes.cnpq.br/0598731465954606; Araújo, Aellington Freire de; Mendes, Luana Ferreira; Nogueira, Felipe PiresO orçamento desempenha um papel fundamental na indústria da construção civil. Através dele, é possível analisar a viabilidade econômica, planejar e controlar os gastos para a execução de um empreendimento. O orçamento é composto por custos diretos, como materiais, mão de obra e equipamentos, além de custos indiretos e Benefícios e Despesas Indiretas (BDI). Qualquer variação nos preços desses componentes terá impacto no preço final do orçamento. Em 2020, o mundo enfrentou a pandemia de COVID-19, que influenciou diversos aspectos da vida cotidiana, desde questões de saúde até a economia. A construção civil não foi exceção e os preços sofreram significativas alterações, levando muitos construtores e prestadores de serviços de engenharia civil a solicitarem o reequilíbrio nos contratos previamente estabelecidos. Levando em consideração esse contexto, o objetivo deste trabalho é analisar as mudanças ocorridas nos preços durante os períodos pré e pós-pandemia, mediante estudos comparativos. Especificamente, serão examinados os serviços e insumos relacionados ao orçamento de uma residência modelo, utilizando índices como parâmetros para avaliar se os resultados obtidos são coerentes com a realidade. Os resultados da análise entre as datas estimadas demonstraram que a pandemia influenciou significativamente o aumento dos custos. O orçamento analítico revelou um aumento de 24,68%, enquanto o Custo Unitário Básico (CUB) mostrou um acréscimo de 17,30%. Destacaram-se dois materiais: a forma de viga para escoramento com pontalete, com um aumento expressivo de 114,27%, e o aço CA50 de 16mm, que teve um aumento de 89,41%. Em contrapartida, a mão de obra apresentou uma variação mais moderada, de 5,02%.