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Parâmetro de desempenho em muros de contenção em solo reforçado: resistência de conexão geogrelha-blocos segmentais

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Data

2022-07-12

Autores

Paulino, Gustavo Ribeiro

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Editor

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Resumo

O aumento exponencial da população, principalmente após a revolução industrial, impactou de diversas maneiras a interação do homem com o meio ambiente. As consequências geradas pelas ações antrópicas conduziram, de forma globalizada, para a eminente necessidade de quebras de paradigmas referentes ao modelo de desenvolvimento empregado. Neste contexto, a temática passou a ser uma das pautas relevantes da Organização das Nações Unidas (ONU). Com a finalidade de se obter resultados vinculados ao desenvolvimento sustentável, várias medidas preconizadas em fóruns mundiais foram adotadas ao longo das últimas décadas. A Agenda 2030 apresenta um plano de ação global em sintonia com o desenvolvimento sustentável. Na Indústria da Construção Civil, um destaque positivo tem sido o emprego de geossintéticos em obras geotécnicas e ambientais, por permitirem soluções em concordância com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) apresentados na Agenda 2030. Dentre as diversas funções que podem ser exercidas pelos distintos tipos de geossintéticos, a função reforço em estruturas de contenção de maciços terrosos tem-se mostrado como uma solução sustentável e eficiente. Para o adequado dimensionamento de tais estruturas, alguns parâmetros devem ser considerados. Este trabalho apresenta a análise de muros de contenção de solo reforçado com geogrelha com faceamento em blocos segmentais, com enfoque num importante parâmetro de desempenho, a resistência de conexão entre a geogrelha empregada como reforço e os blocos segmentais. Desta forma, ensaios de conexão entre bloco-geogrelha foram realizados, conforme preconizações da norma ASTM D6638-18 (ASTM, 2018). Para realizar os ensaios foram empregados cinco valores de tensão normal, sendo estas 40, 50, 60, 80 e 100 kPa, que simularam as diferentes alturas de uma estrutura de contenção e obtidos as resistências médias de conexão de 20,4; 24,2; 28,0; 37,7; 50,5 kPa, respectivamente. Foram avaliados também o material de preenchimento dos blocos segmentais após a execução de cinco ensaios de conexão com tensão de normal de 100 kPa, e foi verificado o aumento da porcentagem de material pulverulento, a diminuição do índice de forma do material, bem como os danos visuais na estrutura das geogrelhas após cada ensaio de resistência.

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Palavras-chave

Geossintéticos, Desenvolvimento sustentável, Muros de contenção, Resistência de conexão

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